Case GUSTA — ENE2ESE
ENE2ESE: suporte contínuo e chatbot para e-commerce
Uma camada conversacional integrada à loja ajuda clientes a navegar por um catálogo especializado, enquanto a evolução contínua mantém atendimento e experiência digital conectados.
- Setor
- Pedras preciosas e e-commerce
- Plataforma
- VTEX
- Etapa
- Escalar, operar e evoluir
O contexto da operação
A ENE2ESE trabalha com um catálogo de pedras preciosas no qual a compra costuma começar por uma pergunta. O cliente pode procurar uma gema específica, comparar formatos, entender características, avaliar uma aplicação profissional ou precisar de orientação sobre pedido, entrega, pagamento e troca. Em uma jornada assim, uma busca convencional nem sempre traduz a intenção com clareza. O atendimento precisa aproximar o vocabulário do cliente da organização real do catálogo, sem fingir que toda dúvida pode ser resolvida automaticamente.
O trabalho da GUSTA combina suporte contínuo à experiência de e-commerce com um chatbot integrado à jornada da loja. A camada conversacional foi estruturada para receber a pessoa com caminhos objetivos, permitir uma pergunta aberta e manter disponível a passagem para um especialista. O objetivo do sistema é orientar e organizar o atendimento, preservando o papel humano nos casos que pedem análise comercial, técnica ou contextual.
Chatbot conectado à jornada de compra
O chatbot apresenta opções relacionadas aos motivos mais frequentes de contato: encontrar a gema ideal, localizar um produto específico, conversar sobre um projeto de joia ou compra profissional, tratar assuntos de pedido e falar com um especialista. Esses caminhos não são um menu fechado. Eles funcionam como pontos de partida para reduzir ambiguidade e encaminhar cada conversa com contexto melhor definido.
Em vez de responder fora da realidade da loja, a experiência é orientada pelo catálogo e pelo escopo autorizado de atendimento. Quando uma pergunta depende de disponibilidade, negociação, avaliação especializada ou decisão da equipe, a conversa deve chegar a uma pessoa. Esse desenho torna explícita a fronteira entre automação e responsabilidade humana.
Regras, intervenção humana e visibilidade
Uma operação conversacional confiável precisa de critérios claros: quais informações podem ser usadas, quais temas o agente pode tratar, quando deve pedir mais detalhes e quando precisa transferir. A intervenção humana não é uma falha do chatbot; é parte da arquitetura. Ela permite que a equipe assuma uma conversa, corrija entendimento e trate exceções sem obrigar o cliente a recomeçar.
A visibilidade operacional também orienta a evolução. Perguntas reais ajudam a identificar lacunas no catálogo, dúvidas recorrentes e pontos da jornada que merecem conteúdo mais claro. O sistema pode transformar esses sinais em sugestões consultivas de descrição de produto, respostas de FAQ e ideias de posts. As sugestões passam por revisão humana e não são publicadas automaticamente.
Um trabalho que continua depois do lançamento
O case não é apresentado como um piloto isolado. O suporte contínuo permite acompanhar mudanças na loja, necessidades do atendimento e novos aprendizados da operação. Ajustes de linguagem, caminhos de conversa e pontos de integração podem evoluir conforme a equipe observa o uso real.
Essa continuidade segue o ciclo da GUSTA: diagnosticar o problema e desenhar regras, construir e pilotar com casos concretos, escalar com monitoramento e suporte, e evoluir com dados. Não atribuímos ao projeto números de conversão, economia ou receita que não tenham sido fornecidos. O que este case documenta é o escopo público e verificável: e-commerce em operação, atendimento conversacional disponível e trabalho contínuo para manter as duas experiências alinhadas.
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